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Um grupo de investigadores alemães do Instituto Fraunhofer desenvolveu uma córnea artificial que poderá começar a ser testada em humanos no início do próximo ano. As expectativas, para já, são animadoras. Testada com sucesso em coelhos, esta descoberta, financiada pela União Europeia, poderá resolver o principal problema que envolve a produção de córneas artificias: que o implante cresça e se una ao tecido natural do paciente. Como esta nova geração de córneas artificiais são feitas com um polímero que não absorve água, não permitem que cresçam células sobre o mesmo. Depois de implantada a córnea, a orla da mesma é coberta com uma proteína especial à qual podem aderir as células da córnea natural. "Desta forma, o implante pode unir-se à parte natural da córnea, enquanto a parte central permanece isenta de células", disse Joachim Storsberg, coordenador do projecto revolucionador.
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