Bem-Vindos Welcome Bienvenido

Bem-vindos à Óptica Atlantis, um espaço totalmente dedicado ao mundo da óptica e aos seus componentes em que você pode consultar e retirar informações sobre óptica, consultar novidades e noticias relacionadas com este tema. A função deste espaço é ajudá-lo a compreender melhor os seus olhos e a sua visão.

"Os olhos são os senhores da astronomia e os autores da cosmografia; eles desvendam e corrigem toda a arte da humanidade; conduzem os homens ás partes mais distantes do mundo; são os príncipes da matemática, e as ciências que os têm por fundamento são perfeitamente correctas.Os olhos medem a distância e o tamanho das estrelas; encontram os elementos e suas localizações; eles... deram origem à arquitectura, à perspectiva, e à divina arte da pintura...Que povos, que línguas poderão descrever completamente sua função! Os olhos são a janela do corpo humano pela qual ele abre os caminhos e se deleita com a beleza do mundo".


>>>>>>>>Este Espaço está em permanente actualização<<<<<<<<

domingo, 2 de agosto de 2009

Lâmpada de Fenda


Lâmpada de fenda ou biomicroscópio ocular é um instrumento usado por oftalmologistas, optometristas e contatologistas para avaliação do meio ocular.
Consiste de uma fonte de luz de alta intensidade que pode ser focada para brilhar como uma fenda. É usada em conjunto com um microscópio. A lâmpada facilita uma examinação das estruturas frontais do olho humano, que incluem a pálpebra, esclera, conjuntiva, iris, cristalino e córnea.
Enquanto o paciente está sentado na cadeira de exame, ele repousa seu queixo e testa em um suporte para manter a cabeça imóvel. Usando um biomicroscópio, o oftalmologista realiza o exame do olho do paciente.

O exame da lâmpada de fenda pode detectar muitas doenças do olho, incluindo:
-Catarata
-Conjuntivite
-Lesão na córnea
-Distrofia de Fuchs
-Ceratocone
-Degeneração macular
-Presbiopia
-Descolamento de retina
-Oclusão de vaso retiniano
-Retinite pigmentosa
-Síndrome de Sjögren
-Uveíte
-Doença de Wilson (anel de Kayser-Fleischer)

Tabela de Snellen


A tabela de Snellen, também conhecida como optótico de Snellen ou escala optométrica de Snellen, é um diagrama utilizado para avaliar a acuidade visual de uma pessoa.
A tabela recebe seu nome em homenagem ao oftalmologista holandês Herman Snellen, que a desenvolveu em 1862.

Campimetria


A Campimetria é um exame que estuda a percepção visual central e periférica. Quando o oftalmologista ou optometrista mede a visão de longe e de perto ele está observando a percepção visual central. A percepção periférica no ser humano é em torno de 180 graus se tivermos a falar dos dois olhos mas uma campimetria faz-se monocularmente o que reduz para 160º, isto porque temos a cana do nariz que não nos deixa perceber a 180º. Em muitas doenças esta visão espacial é reduzida e a única maneira de detectar esta perda seria estudando o campo de visão. O campímetro computadorizado (por exemplo campímetro das marcas "Humphrey" e "Eyetec AP120") faz isto muito bem, informando detalhadamente, a ponto de mostrar pequenas ilhas de falha da visão que chamamos escotomas (degeneração macular senil, diabetes), outras vezes mostra as perdas periféricas (glaucoma, retinose pigmentária), mostra também perdas totais de quadrantes ao que se dá o nome de hemianopsia que pode ser do tipo honônima se for nos dois olhos e no mesmo quandrante (nasal ou temporal). A hemianopsia também pode ser heterónima bitemporal e esta normalmente está associada a um problema no quiasma óptico. As hemianopsias não tb podem ser em apenas um quadrante e monocular. Todas estas possibilidades nos levam a concluir onde poderá estar o problema e não confundir por exemplo uma retinopatia com um problema no quiasma óptico. No glaucoma este exame é fundamental mas não conclusivo a este se deve juntar uma oftalmoscopia e uma medição da PIO (pressão intra-ocular) para que o seu diagnósticoseja exacto e depois proceder ao seu tratamento e control, o tratamento terá de ser feito apenas por um médico, o optometrista diante estes dados deverá reencaminhar o paciente para o médico que ele considere mais apropriado para a situação do seu paciente (por ex. um problema no quiasma óptico deverá ser um neurologista pois o problema situa-se num nervo).

Ortoptica


Ortóptica - Vem do grego orthos = direito + optikos = olhos. (Ortóptica significa portanto olhos direitos).
Desenvolve actividades no campo do diagnóstico e tratamento dos distúrbios da motilidade ocular, visão binocular e anomalias associadas; realiza de exames para correcção refractiva e adaptação de lentes de contacto, bem como para análise da função visual e avaliação da condução nervosa do estímulo visual e das deficiências do campo visual; programa e utilização de terapêuticas especificas de recuperação e reeducação das perturbações da visão binocular e da subvisão; acções de sensibilização, programas de rastreio e prevenção no âmbito da promoção e educação para a saúde. -- D.L. 261/93, de 24 de Julho e D.L. 564/99 de 21 de Dezembro.
Exerce funções no âmbito da prevenção, diagnóstico, terapêutica, e reabilitação dos distúrbios da motilidade ocular, da visão mono e binocular e outras anomalias do sistema visual:
Efectua a avaliação do individuo para identificação/diagnóstico, qualificação e quantificação das alterações do estado motor e sensorial do sistema visual; planeia e aplica programas terapêuticos de reabilitação ortóptica a fim de optimizar a funcionalidade da visão; realiza exames para avaliação de ametropias e respectiva refractiva incluindo a adaptação de lentes de contacto; analisa a função e a condução nervosa do estímulo visual, bem como as deficiências do campo visual e da exploração anatomofisiológica das diferentes estruturas oculares, utilizando técnicas de registo e processamento de imagens; desenvolve as capacidades, potenciando o residuo visual, dos individuos de baixa visão e colabora na reabilitação dos cegos de forma a facilitar a sua inserção social com inerentes repercussões na qualidade de vida; elabora relatórios das observações efectuadas e da evolução do programa terapêutico; realiza programas de prevenção e rastreio no âmbito da promoção e educação para a saúde da visão.
O ortoptista é o nome que designa o profissional Licenciado e especializado em Ortóptica
O perfil profissional do Ortoptista do séc. XXI, tendo em conta o seu domínio de saberes e competências na área da Saúde da Visão, fez com que este profissional deixasse de ser unicamente um reeducador da visão binocular e, acompanhando a evolução científica e tecnológica, alargou a sua actividade às novas tecnologias complementares de diagnóstico no âmbito da saúde da visão, realizando exames de exploração anatomo-fisiológica das diferentes estruturas oculares, com vista à avaliação da função visual e da condução nervosa do estímulo visual. Realiza exames para correcção refractiva e adaptação de lentes de contacto. É responsável pela execução e interpretação de múltiplas técnicas, não só de exame mas assistenciais da consulta e complementares do diagnóstico em Oftalmologia, sem, contudo, descurar a vertente terapêutica, quer no âmbito da visão binocular quer na reabilitação do individuo deficiente visual.
No momento presente, áreas como a promoção da saúde da visão ao nível dos cuidados primários e da reabilitação e integração social do deficiente visual – cegos e indivíduos de baixa visão – são domínios que têm necessariamente que contar com o contributo dos saberes dos Ortoptistas, sem os quais a qualidade dos serviços prestados pode ficar comprometida. Isto torna este profissional num especialista com plurifunções na prestação dos cuidados de saúde da visão, com grande capacidade de se adaptar aos contextos onde exerce a sua actividade bem como ao desenvolvimento científico e técnico.
As áreas de actuação são as seguintes:
-Ortóptica Análise das Fibras Nervosas;
-Angiografia;
-Baixa Visão;
-Biometria;
-Campimetria;
-Contactologia;
-Ecografia;
-Electrofisiologia;
-Fotografia de aspectos oculares externos;
-Instrumentação Cirúrgica;
-Microscopia Especular da Córnea;
-Optometria;
-Paquimetria;
-Queratometria;
-Retinografia;
-Tonometria;
-Topografia Corneana;
-Visão Cromática.

Olho mecânico


Olho mecânico é um aparelho com a finalidade de simular o comportamento da luz no olho humano. É aplicado ao treinamento de optometristas e oftalmologistas em procedimentos de retinoscopia e oftalmoscopia. Também é conhecido como modelo de olho (do inglês model eye).

O olho mecânico é composto por uma lente de valor positivo e ponto focal referente à posição de seu fundo (retina), um fundo vermelho com função de anteparo, uma frete em formato furo estenopeico com diâmetro de 5 a 8mm, montados em um corpo cilíndro.
Para sua fabricação é importante a aplicação da formula dos pontos conjugados de Gauss, onde o fundo do olho está para P' (ponto imagem), e a posição de observação virtual para o ponto P (ponto objeto).
Em alguns modelos o olho mecânico possui acessórios que simulam patologias do olho humano. Para o treinamento de retinoscopia com o retinoscópio, o optometrista ou oftalmologista estudante deve aferir o poder de refração do sistema. Aplicando o procedimento de oftalmoscopia em olho mecânico o estudante simula o estudo do fundo do olho.
Para a simulação de ametropias como: miopia, hipermetropia, astigmatismo miópico e astigmatismo hiperópico pode ser usada a associação de lentes de refrações conhecidas, ou mudança da posição do fundo.

Portugueses compram menos oculos...


Dados do estudo "Acesso, avaliação e atitudes da população portuguesa" revelam que, por dificuldades financeiras, o dobro dos portugueses deixou de comprar óculos nos últimos sete anos.As dificuldades financeiras são a razão por que duplicou, nos últimos sete anos, o número de portugueses que não comprou óculos ou não foi ao dentista, segundo o estudo denominado “Acesso, avaliação e atitudes da população portuguesa”, ao qual a agência Lusa teve acesso.
Para o estudo, Manuel Vilaverde Cabral contou com a participação de 3.039 portugueses aos quais foi solicitado que respondessem a um questionário sobre se abdicaram no último ano de comprar medicamentos e óculos, ou deixaram de ir a consultas médicas e ao dentista ou, ainda, se deixaram de realizar meios complementares de diagnóstico, por não poderem suportar os seus custos.De acordo com o estudo, a percentagem de inquiridos que referem não ter recorrido ao dentista ou que não compraram óculos duplicou, tendo passado de 10,4% para 20% e de 8,3% para 14,7%, respectivamente, entre 2001 e 2008. O estudo revelou ainda que se assistiu a um aumento (de 84,8% em 2001 para 89,9% em 2008) na utilização do Serviço Nacional de Saúde por via directa e, por oposição, se assistiu a uma diminuição de utentes que acedem a cuidados de saúde através dos subsistemas de saúde existentes.Relativamente à percentagem de detentores de seguros de saúde, ela mantém-se estável, contudo, qualitativamente diferente, tendo subido consideravelmente a posse de seguros pessoais (57,3% em 2001, para 80% em 2008), em detrimento dos seguros de empresas e dos seguros colectivos, que quase desaparecem, passando de 44,1% para 2,4%.Quanto à acessibilidade dos utentes aos cuidados de saúde, o estudo indicou que, em 2008, mais de metade dos portugueses (58,1%) estava a menos de dez minutos de distância do centro de saúde da sua área de residência; em 2001 só 52,8% tinha essa proximidade em relação ao centro de saúde.A necessidade de recorrer a uma especialidade médica inexistente no hospital da região passou a ser mais comum em 2008 (tendo subido de 11,1% para 16,9%), em particular nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo e do Centro.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Algumas Ilusões ópticas...

Aqui ficam algumas ilusões ópticas, de vários tipos que poem á prova o nosso sistema visual....



Perigo:Óptica ambulante “varre” aldeias


Uma empresa sedeada na zona Norte está a efectuar exames à vista e a promover a venda de óculos em diversas freguesias do distrito de Bragança, contrariando a legislação em vigor, que proíbe o comércio ambulante de “artigos de óptica”.A situação não agrada à Associação Nacional dos Ópticos (ANO), que já no ano passado denunciou este tipo de práticas comerciais à ASAE, envolvendo uma empresa da zona Centro.No distrito de Bragança, os exames à visão são gratuitos e estão a ser efectuados em espaços cedidos pelas Juntas de Freguesia, tendo já abrangido os concelhos de Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Bragança.Ao que o Jornal NORDESTE conseguiu apurar, a ANO já alertou estas três autarquias para o facto de a venda ambulante de artigos de óptica ser proibida aos olhos do decreto-lei 122/79, de 8 de Maio.“A realização de exames à visão, com a consequente venda de armações e lentes oftálmicas em espaços cedidos por algumas Juntas de Freguesia, tipifica a venda ambulante de artigos de óptica, que é proibida”, alega um ofício que o órgão representativo do sector enviou aos municípios.Segundo a ANO, “este tipo de actuação em espaço público reflecte uma limitação à livre concorrência, prejudicando os fregueses e os comerciantes”.“A saúde ocular no distrito está em perigo”, garantem profissionais do sectorA divulgação dos exames nas aldeias é feita através de cartazes colocados em locais estratégicos de cada freguesia. Além da venda ambulante denunciada pela ANO, as condições de trabalho não agradam aos profissionais do sector. Um empresário do ramo garante que os rastreios são feitos como há 20 anos atrás, “apenas com uma mesa, uma caixa de lentes, um placard com letras e sem projector”.Efectuado o exame, o cliente é encaminhado para outras mesas colocadas nas Juntas de Freguesias, mas recheadas de tabuleiros de óculos. “Vendem sempre 2 pares: um para o perto e outro para o longe, mas conheço um caso em que receitaram lentes neutras fotocromáticas a uma senhora que tinha 2 dioptrias de astigmatismo”, revelou outro profissional auscultado pelo Jornal NORDESTE.Para um outro empresário não restam dúvidas: “os exames são feitos em condições precárias e sem meios técnicos que garantam eficácia”. O certo é que já são várias as Juntas de Freguesia que franqueiam as portas a este tipo de acções, “já que os autarcas até pensam que estão a prestar um grande serviço à população”, recorda um dos associados da ANO estabelecido no distrito de Bragança.Os profissionais esperam, agora, que os organismos competentes actuem e não afastam a hipótese de comunicar a situação ao governador civil de Bragança, alegando que “a saúde ocular no distrito está em perigo”.

Take a look...images by reflection

Infants are always fascinated by the antics of the Baby in the Mirror. Now if you want to know something about mirror images that most people don't understand, try this. First bring this page closer and closer to your eyes, until you can no longer focus on it without straining. Then go in the bathroom and see how close you can get your face to the surface of the mirror before you can no longer easily focus on the image of your own eyes. You will find that the shortest comfortable eye-mirror distance is much less than the shortest comfortable eye-paper distance. This demonstrates that the image of your face in the mirror acts as if it had depth and existed in the space behind the mirror. If the image was like a flat picture in a book, then you wouldn't be able to focus on it from such a short distance.
The image that is down this text is "Narcissus" by Michelangelo Caravaggio, ca. 1598.

Eye Diagram



1-posterior compartment
2-ora serrata
3-ciliary muscle
4-ciliary zonules
5-canal of Schlemm
6-pupil
7-anterior chamber
8-cornea
9-iris
10-lens cortex
11-lens nucleus
12-ciliary process
13-conjunctiva
14-inferior oblique muscule
15-inferior rectus muscule
16-medial rectus muscle
17-retinal arteries and veins
18-optic disc
19-dura mater
20-central retinal artery
21-central retinal vein
22-optical nerve
23-vorticose vein
24-bulbar sheath
25-macula
26-fovea
27-sclera
28-choroid
29-superior rectus muscule
30-retina

Fármaco poderá erradicar "cegueira do rio".


Ensaio clínico de fase III avança em África.A terceira fase do ensaio clínico de um antiparasitário à base de moxidectina vai avançar em três países africanos, de modo a que se consiga erradicar a cegueira do rio (oncocerciasis), doença causada por um verme semelhante a uma mosca que existe em zonas ribeirinhas.Na sua página oficial, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou que irá colaborar com a farmacêutica Wyeth Pharmaceuticals no desenvolvimento do medicamento, cuja substância é, actualmente, administrada a animais.O ensaio clínico irá englobar 1.500 africanos do Gana, Libéria e República Democrática do Congo.Até ao momento, o único medicamento existente mata os vermes, mas não os parasitas adultos. O parasita consegue sobreviver até 15 anos, alojando-se entre a pele e os músculos das pessoas contaminadas, invadindo a pele e outros tecidos, incluindo os olhos, e conduzindo à cegueira.A OMS estima que existam em África aproximadamente 37 milhões de pessoas infectadas com esta doença e mais de 120 milhões em risco de infecção. Para além de atingir vários países africanos, a doença também afecta o Iémen e alguns países da América do Sul.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Tamsulin relacionado com complicações da cirurgia das cataratas...

Estudo publicado no "Journal of the American Medical Association" revela que pacientes sentiram efeitos adversos relacionados com a cirurgia. Os homens com 60 ou mais anos de idade que tomem o fármaco tamsulin para o tratamento da hiperplasia benigna da próstata nos 14 dias que antecedem uma cirurgia às cataratas têm um risco maior de complicações, revela um estudo publicado no “Journal of the American Medical Association”.O estudo, liderado por Chaim M. Bell do St. Michael´s Hospital, em Toronto, Canadá, contou com a participação de 96.128 homens com 66 anos, que tinham sido submetidos a cirurgia das cataratas no Canadá, entre 2002 e 2007. Destes pacientes, 3.550 tinham tomado tamsulin nos 14 dias que antecederam a cirurgia e 7.426 tinham tomado recentemente outros bloqueadores alfa.O estudo revelou que 284 pacientes sentiram efeitos adversos relacionados com a cirurgia. Destes pacientes, 280 foram agrupados por idade, cirurgião e ano de cirurgia com 1.102 pacientes que não tinham sofrido complicações.Esta análise permitiu concluir que os pacientes que tiverem complicações depois da cirurgia tinham uma probabilidade 2,3 vezes maior de terem tomado o fármaco tamsulin do que os pacientes do grupo de controlo. No entanto, não foram observadas diferenças significativas na exposição, recente ou anterior, a outros bloqueadores alfa.De acordo com declarações prestadas à agência ReuteursHealth, os autores do estudo defendem que como “a combinação da cirurgia às cataratas e a toma do tamsulosin é comum, os pacientes deveriam ser informados dos riscos desta terapia e os sistemas pré-operatórios deveriam identificar quais os pacientes que tomam este fármaco”.

Ter acesso a documentos nas lentes...

O Instituto Fraunhofer desenvolveu óculos com apresentação de documentos directamente nas lentes.O Instituto Fraunhofer para microsistemas fotónicos (Fraunhofer’s Institute for Photonic Microsystems -IPMS), localizado em Dresden, Alemanha, desenvolveu óculos com apresentação de documentos directamente nas lentes.Segundo o Instituto, estes óculos podem ser utilizados para visualizar vários tipos de documentos. Os óculos são ligados a um PDA, que os controla.Para já, estes óculos permitem apenas a visualização de ficheiros de documentos, mas não faltará muito para poderem apresentar vários tipos de informação e conteúdos, à semelhança dos sistemas utilizados em vários filmes de ficção científica.O sistema desenvolvido pelo IPMS é bidireccional e interactivo, abrindo várias possibilidades de aplicação. Prevê-se que seja incorporado em breve com um sistema de seguimento do olho, o que irá permitir ao utilizador controlar e interagir com a informação apresentada bastando para isso olhar para certos pontos. O sistema poderá, por exemplo, fazer scrolling de um texto em função do ponto fixado pelos olhos do utilizador.

Portugueses com pouco cuidado na saúde visual


Estudo Internacional “Healthy Sight Survey” revela falta de cuidado dos Portugueses em relação à saúde visual. Cerca de 53 por cento dos Portugueses nunca visitou um Optometrista para realizar um exame à visão.A Transitions Optical acaba de divulgar as conclusões do seu mais recente estudo sobre saúde visual, realizado pela Ipsos Health a cerca de 9000 pessoas em oito países (França, Holanda, Espanha, Portugal, África do Sul, Alemanha, Inglaterra e Itália). Este estudo concluiu que cerca de 53% dos portugueses nunca foi a um optometrista para realizar um exame à visão, enquanto apenas 12% vão uma vez por ano e 9% uma vez a cada dois anos.Relativamente à frequência das visitas a oftalmologistas o estudo revela que 15% dos portugueses nunca foram a uma consulta e que cerca de 24% não foi a nenhuma nos últimos 5 anos. Por outro lado 71% dos inquiridos revelou usar óculos ou lentes de contacto.Na média de todos os países também se verificam números semelhantes uma vez que 38% dos inquiridos afirma que nunca visitou um oftalmologista e o número sobe para os 50% em relação às visitas ao optometrista. Curiosamente quando questionados sobre qual dos cinco sentidos consideram mais valioso, 96% dos portugueses responderam a visão e quando questionados sobre as capacidades que tem mais medo de perder 57% responderam a visão, seguido da mobilidade física com 45%. Por outro lado, 88% discordam com a afirmação “só precisa de ir a um especialista de visão quando tem problemas de visão”.Os resultados são inquietantes pois muitos problemas de visão ou dos olhos não tem sinais óbvios ou sintomas e por isso é provável que existam mesmo sem serem diagnosticados. Segundo a Organização Mundial de Saúde estima-se que existem 153 milhões de pessoas com deficiências visuais devido a erros refractivos não corrigidos. Um simples teste aos olhos, uns óculos ou lentes de contacto podem fazer uma enorme diferença nas vidas de mais de 150 milhões de pessoas que sofrem de problemas de visão.A OMS calcula que a cada cinco segundos uma pessoa fica cega no mundo e que cerca de 161 milhões de pessoas em todo o mundo são deficientes visuais devido a doenças oftalmológicas como as cataratas, glaucoma ou degeneração macular. Contudo 75% dos casos de doenças relacionadas com a cegueira a nível mundial são potencialmente evitáveis ou passíveis de tratamento.Quando questionados sobre os comportamentos que podem causar danos aos olhos (pergunta onde se podia escolher diversas opções) 93% dos Portugueses responderam ler com pouca luz, 92% estar demasiado perto da televisão e 88% exposição aos raios solares.Finalmente quando questionados em que estação do ano os raios UV podem ser mais prejudiciais para os olhos 92% dos portugueses responderam no Verão, 5% no Inverno e 3% na Primavera.

quarta-feira, 25 de março de 2009

El sistema Lacrimal

El sistema o aparato lagrimal incluye la glándula lagrimal y el drenaje de las vías lagrimales de la rotura de la nariz. Cada ojo tiene un par de glándulas lagrimales, detrás y al lado del ojo. El glándulas lagrimales secretan fluido lagrimal, una solución de agua y sales, cuya función es humedecer el ojo. Cuando hay exceso de líquido, como en las emociones fuertes, es el grito, cuando el exceso de líquido en los conductos nasolacrimais corrientes, lo que más de la nariz. La lágrima es un líquido compuesto de agua, minerales, proteínas y grasas, producida por la glándula lagrimal en la parte superior de los párpados del ojo humano para limpiar y lubricar el ojo. Se produce en grandes cantidades cuando alguien llora.

Los párpados

Los párpados son un delgado pliegue de piel y músculo que cubre y protege los ojos. Los músculos que se encuentran en la parte superior de los párpados de los ojos de retorno "abierto" los ojos. Este proceso puede ser tanto voluntaria como involuntaria. Existen varios tipos de reino animal párpados. Los párpados de los seres humanos tenemos una fila de cilios que sirven para proteger los ojos del polvo y otros contaminantes desde el exterior.

Conos y bastoncillos

Los conos son las células del ojo humano tiene la capacidad de reconocer los colores. Pero la vara, otro tipo de célula en el ojo humano, ha de reconocer cacidade la luz. Hay aproximadamente 6 millones en cada ojo humano se concentra en la fóvea. La ausencia o deficiencia en el cono de color da lugar a la ceguera. Las barras son fotoreceptoras las células de la retina que puede operar con bajos niveles de brillo. Son los principales responsables de la visión nocturna. Han obtenido su nombre a su forma cilíndrica y alargada. También se utilizan en la visión periférica. Estas células son la mayoría concentrados en la retina y en el exterior existen en la retina humana, a unos 100 millones de bastones. Se utiliza cuando una persona va a un medio ambiente más oscuro, la vara de manera que los objetos son más visibles y cuando va a una más clara manera de ver mejor. Se encuentran en la fovea. Åre 100 veces más sensible a la luz que los conos, pero sólo detecta los tonos de gris. Activación de un facultativo, se produce a través de un proceso llamado hyperpolarization.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Campanha inovadora da Multiópticas...


A MultiOpticas lançou a 16 de Fevereiro, uma campanha única, inovadora e muito agressiva: na compra de uns óculos graduados o cliente recebe, totalmente grátis, outro par de óculos graduados.A campanha, que estará no "ar" até 30 de Abril de 2009, tem como protagonista a actriz e modelo Diana Chaves. “Esta campanha vai ao encontro das necessidades dos nossos clientes e permite transmitir uma vez mais o lema de todas as nossas campanhas: acessibilidade, opção de escolha, simpatia e serviço de elevada qualidade”, afirma Rui Borges, Director Geral da MultiOpticas. E continua: “a MultiOpticas aposta de novo em Diana Chaves devido ao grande sucesso que teve em campanhas anteriores com a actriz, além disso a campanha é tão aliciante como a escolha da Diana para a protagonizar!”

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

La Retina

La retina es una membrana sensorial que recibe los rayos de luz. Es una extensión del nervio óptico que va desde la entrada del ojo al agujero de la pupila, es responsable de la formación de imágenes. Hay dos áreas muy importantes y con ciertas peculiaridades en la retina. Papila o punto ciego, es el punto donde el nervio óptico entra en el ojo. Mácula o mancha amarilla es una pequeña zona con pequeña porción de 2 mm de diámetro. La retina tiene receptores de las células que convierten la luz en impulsos nerviosos, que van a través del nervio óptico al quiasma óptico y, a continuación, pasar al cerebro. La retina tiene foto células sensibles: los conos y bastoncillos. En cada uno de retina son alrededor de 100 millones de fotoreceptores (conos y bastones), las moléculas que liberan neurotransmisores a un ritmo que es máxima en la oscuridad y disminuye de un modo acorde con el aumento de la intensidad de la luz. Esta señal es transmitida a la cadena de células bipolares y células ganglionares. Hay alrededor de 1 millón de células ganglionares y sus axones son los que forman el nervio óptico. Por lo tanto, a unos 100 fotoreceptores por las células ganglionares. Sin embargo, cada uno de las células ganglionares reciben las señales que provienen de un "campo receptor" en la retina, aproximadamente circular, que abarca miles de fotoreceptores. Entre fotoreceptores y células bipolares, una capa de células horizontales conectados a ellos, y unidos entre sí de modo que el potencial de cada uno se pesa un promedio de sus vecinos (con el peso de la siguiente). Cada célula bipolar recibe las aportaciones de una fotoreceptor y horizontal de células y produce una señal que es proporcional al logarítmica diferencia entre las señales producidas por dos células, lo que significa que es una señal con mucho menor rango dinámico, porque es una razón entre la ubicación y la intensidad de la iluminación de fondo en la vecindad, independientemente, por lo que el nivel absoluto de la iluminación. Como resultado, grandes zonas de la retina producen la iluminación uniforme con señales muy débiles, mientras que las zonas de mayor variación, tales como los contornos de los objetos, lo que resulta en señales fuertes. Es decir, esencialmente la retina detecta variaciones de luminosodade.

El músculo Ciliar

El músculo ciliar está situado en la porción anterior del cuerpo ciliar. Tiene una forma triangular de vértice posterior, que está en contra de los procesos ciliares, y la base que se celebra antes de la esclerótica. Consta de dos partes que son: Muscular de Muller Bruck de músculo Su función es reducir las causas del cuerpo ciliar para avanzar, lo que reduce la tensión zonular, causando así una vivienda, y principalmente el aumento de la superficie anterior de la lente. Su inervación es a través del parasimpático fibras del músculo del ojo de motor.

El cuerpo ciliar

El cuerpo ciliar es una estructura en forma de anillo que se encuentra entre la coroides y del iris. Los elementos más importantes son los que son el músculo ciliar, en su parte anterior, y los procesos ciliares en su parte trasera. Tiene una función secretora y acomodaticia (descargas el humor acuoso). Su origen se deriva del mesodermo. Su superficie exterior se mantiene a la esclerótica. Su superficie interna tiene dos partes diferenciadas: la parte anterior llamada "Pars Plicata" y, posteriormente, nombrado como" pars plana".

La coroides

Se trata de una capa vascularque se encuentra por debajo de la esclera y es muy pigmentada, los pigmentos absorben la luz que llega a la retina, la prevención de su reflexión. Se compone de tejido conjuntivo y vasos sanguíneos. Esta capa actúa sobre la nutrición de los ojos y la formación de humor acuoso y humor vítreo. Sigue siendo la coroides en su zona frontal denominada procesos ciliares, en su parte trasera que da paso al nervio óptico. La inervación de la coroides es a través de largas y cortas los nervios ciliares.

El Alumno

El alumno es un agujero en el centro del iris que parece un disco negro. Es el alumno que la luz entra en la lente por la contracción o dilatación del iris, dando así origen a aumentar o disminuir el alumno. Con el alumno, nuestra conciencia está íntimamente en contacto con la realidad física, las células de la retina al cerebro para captar el flujo de información a través de la luz modulada por el alumno, sino que tiene que tener cuidado con la intensidad de la luz, ya que puede destruir el estructuras del ojo. Cuando el ojo está expuesta a niveles muy altos de iluminación, el alumno contratos. La visión es la más valiosos conocimientos del alumno y sensoriales que ayudan a proteger a nuestros ojos. Cuando hay poca luz la pupila actúa de manera contraria, la admisión de más luz y hacer su propia expansión, lo que permite la visión en lugares oscuros. Otra observación interesante es que la aparición de nuestro alumno negro es engañoso, parece ser el único negro en el interior del ojo, cuando se ilumina es un resplandor rojizo-anaranjado.

El Iris

El color del iris es un disco con un agujero central (alumno). Su función es controlar la cantidad de luz que entra en el ojo. En ambientes con mucha luz, el alumno está cerca, cuando la poca luz, en contraste, es la pupila se dilata. El Iris desempeñe una función similar a la del diafragma de una cámara. Frente: Convexo, los límites de la cámara anterior del ojo son bañadas por el humor acuoso. El iris de color es variable, y debido a la excesiva cantidad de pigmento se encuentran en las células del estroma. Consta de dos partes: - El interior, que es esfinteriana. - La externa, que es ribereña. Cara posterior: Está relacionada con la lente en su parte central, y los procesos ciliares en su porción periférica. Es regulado por la disposición de los surcos radiales, cuando la pupila se contrae las estrías son rectas, y cuando el alumno es la dilatación de las pupilas estrías son tortuosas. Anatomía microscópica: El iris se compone de 5 capas en la parte delantera a la parte de atrás son: 1. Epitelio anterior 2. Membrana basal anterior 3. Estroma, se compone de: - los tejidos - Fibroplasto - Los melanocitos 4. Membrana basal posterior 5. Epitelio posterior Fisiología del iris: El iris da el color de ojos rasgo. Este color se determina geométricamente, en función de la estructura del iris y la consiguiente absorción y reflexión de los diferentes componentes de color de la luz visible en el frente de la pigmentación en el iris.

El Objectivo (Cristalino)

El objetivo es una muy bien organizada citosistema que se encuentra entre el iris y el humor vítreo. El objetivo es el "lente" del ojo. Se trata de una estructura biconvexo, avascular, incoloro, claro de proyección de la imagen en la retina a través de la modificación de su grosor promovido el músculo ciliar, un mecanismo conocido como alojamiento. Compuesta de células dispuestas longitudinalmente, como onionskin, que pierden su orgánulos durante la formación, asumiendo así su característica de ser transparente. Es de entre 7 a 9 mm de longitud en su eje más largo y 2 a 4 mm de diámetro (la lente crece continuamente durante toda la vida de la persona), con formato similar a una lenteja. Su función es servir como una lente, una parte de los medios de refracción del ojo, pudiendo aumentar el grado, para centrar las imágenes de cerca. Cambios en la estructura y el tamaño de cerca de cuarenta años de edad han dado lugar a dificultades en ver la estrecha, que puede corregirse utilizando gafas. Con el envejecimiento, la lente puede perder su transparencia, causando confusión de la visión. Se denomina catarata, cuyo tratamiento consiste en la extirpación quirúrgica y la colocación de una lente artificial en su lugar.

La Esclerótica

La esclerótica (blanco de los ojos) es la membrana más externa del ojo es blanco, fibroso y duro. La mayor parte de la esclera es opaca y se llama esclerótica, donde encajan los músculos extra-oculares que se mueven los ojos, dirigiendo a su objetivo visual. La esclerótica mantiene la forma del ojo y lo protege.

La Córnea

La córnea es la parte frontal y transparente de protección de los ojos. Situado en la región polar por encima del ojo. La córnea tiene la función de enfocar la luz a través de la pupila en la retina, como un objetivo. Åre las lágrimas (secreción lagrimal), que mantienen húmeda la córnea y saludable. La córnea tiene un poder de refracción de 44,00 dioptrías. La córnea se compone de cinco capas: El epitelio es la capa superficial de la córnea y se compone de cuatro a seis capas de células de otro tipo y el epitelio escamoso estratificado queratinizado es. Su espesor es de aproximadamente el 10% y está equipado con alta capacidad de regeneración. Presenta una suave y brillante, lo que garantiza su poder de refracción. Su funcionamiento es una especie de bloqueo contra la pérdida de líquidos y, por tanto, impide la penetración de microorganismos. La membrana de Bowman, la membrana se compone de células en el epitelio basal, la capa basal, y la fibra de la estroma anterior, su espesor es de 8 mm a 12 mm y su formación es de fibras de colágeno y proteoglicanos, que no tiene poder para si una vez regenerar heridas. Su diámetro es de aproximadamente dos tercios de las fibras de colágeno estromal. Su función se basa en el mantenimiento de la integridad epitelial y la organización y mantener el epitelio separa de la estroma. El estroma es el apoyo a los tejidos de un órgano, o se utilizará para mantener la funcionalidad de las células del cuerpo, en este caso el ojo. Con la excepción del cerebro y la médula espinal, el estroma es constiuído del tejido conectivo. La membrana de Descemet como es el de cuatro meses de embarazo y su capa se completa poco después del nacimiento. Es fácilmente regenerada, debido a su formación desde el endotelio, que es la totalidad de la superficie del estroma que se compone de una capa cerca del estroma anterior y uno posterior, cerca de la capa de endotelio. Esta membrana tiene un grosor que está presente durante toda la vida, de modo que no tengan importancia y sigue siendo alrededor de 3 mm en la capa anterior y 2mm a 10mm en el reverso, en este caso puede variar a lo largo de los años. El endotelio mide aproximadamente 4 mm a 6 mm de altura y 20 mm en su longitud, las células son hexagonales y han sido tan extraordinaria, la disposición y las características de estas células se denomina mosaico endotelial por su similitud. Cuando la pérdida de células endoteliales, las células que se están moviendo más hacia el área lesionada para llenar ese espacio, el aumento de su tamaño (polimegatismo) y también cambiar su forma (pleomorfismo). Todo este mecanismo es responsable de la reparación del endotelio, que tiene en cuenta el hecho de que los adultos, las células endoteliales en la mitosis es lento y escaso. Para mantener el estado de la transparencia y la córnea se vuelve deturgescência necesario y esencial para la integridad funcional del endotelio. Con el nacimiento del endotelio volumen abarca desde 3500 a 4000 células por milímetro cuadrado. En los adultos, este volumen va de 1400 a 2500 células por milímetro cuadrado. Por lo tanto, lo mínimo que se espera para el endotelio de mantener su función está en el rango de 400 a 700 células por mm cuadrados. Si la córnea se ve afectada por una enfermedad que se traduce en, por ejemplo, la opacidad, es posible hacer un transplante de tejidos pertenecientes a los donantes de córnea.

Ojo Humano

El ojo humano es un órgano que puede detectar la luz. Se compone de un sistema sensible a los cambios de luz, capaces de transformarlos en impulsos eléctricos. El ojo es un mundo, que está empaquetado dentro de una cavidad ósea y protegida por los párpados. En su exterior tiene seis músculos que son responsables de los movimientos oculares, y también tres capas concéntricas se adhirió, junto con la función de la visión, la nutrición y protección. La capa externa es la córnea y la esclera y sirve para proteger. La capa intermedia está formada por el iris, el cuerpo ciliar y coroides, vascular. La capa interna es la retina que es el nervioso. El ojo está dividido en compartimentos internos: La cámara anterior está limitado por la córnea por delante y por detrás de la lente, está lleno de un líquido llamado humor acuoso, que es el agua con algunas sustancias en disolución, incolora y con índice de refracción en 1337. La cámara posterior está limitada por el objetivo en frente y detrás por el interior del compartimiento de mayor tamaño, lo que puede considerarse como la cámara interior del globo ocular que contiene el humor vítreo es un líquido gelatinoso con índice de refracción a partir de 1338. El ojo todavía tiene los párpados, las cejas, las glándulas lagrimales, los músculos ciliares y el ojo.

Calcular Pontos Remotos e Próximos

O ponto aquém do qual a acomodação não é mais possível designa-se por ponto próximo.
A medida do Ponto Próximo de Acomodação é a forma mais simples e prática. Utiliza-se um estímulo (tabela de perto) movendo-o na direcção de cada olho até que as letras comecem a ficar embaçadas, sendo este o ponto próximo de acomodação.

O ponto próximo varia consoante a idade do
indivíduo, normalmente situa-se :
Adulto 28 – 40 cm
Idoso (>60 anos) > 100 cm
Jovem 12 cm
Criança 7 cm

Num olho emétrope (ou corrigido com lentes), o ponto remoto estará no infinito (onde a acomodação é nula) e o ponto próximo de acomodação pode ser convertido em dioptrias de
acomodação.
Com uma régua de acomodação, tipo régua de Prince, onde existe uma escala em centímetros e dioptrias, utiliza-se uma tabela de perto e uma lente de +3,00 D sobre o olho emetrópe (ou corrigido com lentes). Ao colocar a lente de +3,00 D, o ponto remoto passa ser a 1/3 m e o ponto próximo passa a ser também 3 D mais perto. A amplitude de acomodação é determinada subtraindo-se o valor em dioptrias do seu ponto remoto, do valor em dioptrias do ponto próximo de acomodação.
No método de lentes esféricas, coloca-se à frente de um dos olhos uma tabela de leitura a uma distância fixa. A acomodação é induzida através de lentes negativas sucessivas, até que a imagem fique borrada; a acomodação é então relaxada com o uso de lentes positivas sucessivas, até que novamente a imagem comece a ficar borrada. A soma das duas medidas (convertidas em dioptrias) é o valor da amplitude de acomodação.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Ampliação Angular

Define-se ampliação angular de um instrumento visual, como a razão entre a dimensão da imagem na retina quando o objecto é visto através do instrumento, e a dimensão da mesma imagem quando vista pelo olho desarmado à distância normal de observação.

Indices de Refracção


Indíces de Refracção aproximados de várias subastâncias.*
Ar---------------------------------------------1.00029
Gelo-------------------------------------------1.31
Água------------------------------------------ 1.333
Álcool etilico ( C2 H5 OH)----------------------1.36
Silicio Amorfo (SiO2)-------------------------- 1.4584
Plexiglass--------------------------------------1.51
Vidro "Crown"---------------------------------1.52
Cloreto de Sódio ( NaCl)------------------------1.54
Diamante (C)----------------------------------2.417
Fosfito de Gálio--------------------------------3.50

*Os valores de índice variam com o estado físico (pureza, pressão, etc.). Os valores indicados foram obtidos para um comprimento de onda de 589nm.

Teoria Quântica do Campo

As Partículas carregadas exercem forças sobre partículas carregadas e transportam consigo, em potência, capacidade de interacção electromagnética em torno delas próprias e em todo o espaço. Esta imagem conduz ao conceito de Campo Eléctrico, uma mera representação do modo como a interacção electromagnética se manifesta a nivel macroscopico. Um campo eléctrico estático é, com efeito, um conceito de natureza espacial que permite encarar e descrever a interacção entre cargas. Com Faraday, o conceito de campo generalizou-se e passou a ser conveniente assumir que uma carga estabelicia um campo electromagnético E no espaço, e que qualquer outra carga, imersa em tal campo, com ela interagia (e vice-versa) sendo o campo o mediador de tal interacção. O que começou por ser uma representação de um campo de forças assumiu uma realidade própria, era um campo, capaz de exercer uma força.
Existem Duas correntes filosóficas distintas na Teoria Quântica de Campo, uma centrada no campo, outra centrada na partícula.
Na Primeira, os campos são as entidades fundamentais, e as partículas são os quanta que traduzem a quantificação de energia dos campos.
Na Segunda, as partículas são as entidades fundamentais, e os campos são manifestações macroscópicas de estados coerentes de partículas.
À luz da Teoria quântica de campo,a fisíca comtemporânea assume que todos os campos são quantificados que cada uma das quatro interacções (forças) fundamentais (gravitica, electromagnética, forte e fraca) são medidas por uma partícula de um tipo especial. Estes bosões, mediadores e mensageiros, são absorvidos e emitidos continuamente pelas partículas em interacção (electrões, protões, etc). A interacção consiste assim nesta troca ou permuta de particulas. A partícula mediadora do campo eléctrico é o fotão virtual.

Descartes e a lei da refracção


René Descartes(1596-1650) publicou pela primeira vez a formulação da lei da refracção em termos de senos, hoje tão familiar. Descartes deduziu a lei construindo um modelo em que a luz é encarada como uma pressão transmitida por um meio elástico. Em La Dioptrique( 1637) descreveo-a assim:

...Recorde-se a natureza que atribuí à luz, quando afirmei que esta não é mais do que um certo movimento ou acção, no seio de uma matéria muito subtil que preenche os poros de todos os corpos...


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Onda de assaltos continua

Depois do apelo feito por Fernando Eugênio, presidente da APFAO, para a mobilização e troca constante troca de informações, um óptico avançou que uma óptica em Braga já foi assaltada duas vezes e um outra de Póvoa de Lanhoso também foi vítima do grupo organizado, alegadamente, de origem romena.Avança a mesma fonte que este grupo, que está a actuar no centro e norte do país, encaminha todo o material furtado para a Roménia com o objectivo de ser colocado no mercado negro."Segundo sei este grupo tentou fazer o mesmo em Espanha, mas lá a Lei têm um braço forte e tiveram que se refugiar em Portugal", remata o óptico, apelando também à "coordenação dos ópticos".

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Um milhão de euros para pesquisa revolucionária

Termina no dia 31 de Dezembro o prazo para inscrições no Prémio de Visão António Champalimaud 2008, concedido pela Fundação Champalimaud.De acordo com os organizadores do prémio António Champalimaud, o galardão tem como objectivo o reconhecimento de realizações científicas, clínicas e/ou humanitárias excepcionais. A sua atribuição alterna consoante os anos: em anos pares, o prémio valoriza as descobertas no campo da visão; em anos ímpares, reconhece as contribuições para minimizar os efeitos das pertubações e perda da visão, especialmente nos países em vias de desenvolvimento.A pesquisa vencedora receberá aquele que é considerado o maior prémio em termos financeiros da área: um milhão de euros. Em 2008, o prêmio será atribuído, pela primeira vez, a grupos de pesquisa envolvidos em investigação científica.A fundação portuguesa, criada em memória do António Champalimaud, procura, entre outros objectivos, estimular o progresso científico em busca de soluções para regiões carentes em países em desenvolvimento.

Dia Mundial da Visão


No Dia Mundial da Visão, que se assinala hoje, dia 9 de Outubro, a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) não quer deixar passar a data sem alertar os portugueses para a importância de um diagnóstico precoce nas doenças oculares.Segundo Jorge Breda, presidente da SPO, “neste dia, é importante alertar os portugueses para três patologias oculares que são causas de má visão e cegueira, mas que podem ser perfeitamente evitadas se diagnosticadas e tratadas atempadamente”.A primeira é a diabetes, doença que provoca ao longo do seu tempo de evolução alterações da estrutura das artérias, modificando assim a irrigação dos tecidos.O tecido da retina é um tecido nervoso, muito sensível à má perfusão sanguínea, que quando ocorre leva à destruição das suas células e portanto a dificuldades visuais. Mas, afirma Jorge Breda “o mais importante, é que uma pessoa pode estar a ver 10/10 em cada olho, e sentir-se muito bem, e todavia estar a ficar com os olhos gravemente minados pela doença”.Esta, incide-se sub-repticiamente, sem alterar a visão, portanto sem dar sintomas, e quando estes aparecem na maioria das vezes já é tarde. Por isso, alerta a SPO “a doença ocular da diabetes tem de ser diagnosticada antes dos doentes se queixarem, e por isso todos os diabéticos, mesmo que estejam controlados, têm de ser regularmente observados por um oftalmologista”.Também o glaucoma é alvo de atenção especial por parte da SPO pois existem pessoas em que as fibras do nervo óptico morrem e desaparecem antes do tempo. O nervo óptico é uma espécie de cabo coaxial que transporta para o cérebro os estímulos desencadeados pela luz sobre as células da retina, onde são transformados e percebidos como imagens. Sem este transporte não há visão. Em algumas pessoas as fibras do nervo óptico degeneram progressivamente e desaparecem.É mais uma vez um processo insidioso, o doente não dá por ela, porque todos os dias perde algumas fibras e o seu campo visual vai diminuindo. O doente coloca os óculos, vê 100% ao perto e ao longe e julga que está bem. Todavia, quando o oftalmologista observa o seu fundo ocular, verifica que o aspecto da retina ou do nervo óptico não é o ideal. O glaucoma é provocado por vários factores, um dos quais é o aumento da tensão ocular, mas há pessoas com glaucoma grave e tensão ocular normal. Por tudo isto a SPO afirma que “é preciso fazer o rastreio, através da observação cuidadosa da retina e do nervo óptico. Todas as pessoas com história de glaucoma na família devem ser observadas, porque têm maior probabilidade de o vir a ter também, assim como toda a população, pelo menos a partir dos 40 anos”.Por fim, a SPO destaca a necessidade de se efectuarem exames às crianças até aos três anos pois, dos 100.00 bebés que nascem todos os anos em Portugal, cerca de 5.000 podem vir a ser amblíopes. Como é sabido as crianças não vêem ao nascer. Estas aprendem a ver, à medida que as suas células cerebrais vão sendo estimuladas com imagens nítidas. Mas, se um dos olhos tiver uma deficiência como um certo astigmatismo, uma determinada hipermetropia, um valor elevado de miopia, isso significa que esse olho não vai estimular devidamente as células cerebrais que lhe correspondem, que irão ficar atrofiadas para o resto da vida, uma vez que há um período na infância que é próprio para o seu desenvolvimento.Por outro lado, se houve um desvio ocular, ou seja estrabismo, mesmo que muito pequeno, o cérebro como que “desliga” esse olho para não ver duas imagens. Então mais uma vez, vamos ter atrofia das células cerebrais conectadas com esse olho e portanto impossibilidade de visão. É a isto que se chama ambliopia, que ao fim e ao cabo é como que uma “cegueira cerebral”, uma má visão apesar de olho estar bom (estrabismo) ou com a deficiência corrigida (óculos).

Infant Vision


Babies learn to see over a period of time, much like they learn to walk and talk. They are not born with all the visual abilities they need in life. The ability to focus their eyes, move them accurately, and use them together as a team must be learned. Also, they need to learn how to use the visual information the eyes send to their brain in order to understand the world around them and interact with it appropriately.
From birth, babies begin exploring the wonders in the world with their eyes. Even before they learn to reach and grab with their hands or crawl and sit-up, their eyes are providing information and stimulation important for their development.
Healthy eyes and good vision play a critical role in how infants and children learn to see. Eye and vision problems in infants can cause developmental delays. It is important to detect any problems early to ensure babies have the opportunity to develop the visual abilities they need to grow and learn.
Parents play an important role in helping to assure their child's eyes and vision can develop properly. Steps that any parent should take include:
-Watching for signs of eye and vision problems.
-Seeking professional eye care starting with the first comprehensive vision assessment at about 6 months of age.
-Helping their child develop his or her vision by engaging in age-appropriate activities.

Development Steps:
At birth, babies can't see as well as older children or adults. Their eyes and visual system aren't fully developed. But significant improvement occurs during the first few months of life.
The following are some milestones to watch for in vision and child development. It is important to remember that not every child is the same and some may reach certain milestones at different ages.

-Birth to four months:

At birth, babies can't see the biggest letter on the eye chart (approximately 20/200 visual acuity). An older child or adult with normal vision can see this letter as far away as 200 feet. Up to about 3 months of age, babies' eyes do not focus on objects more than 8 to 10 inches from their faces.
During the first months of life, the eyes start working together and vision rapidly improves. Eye-hand coordination begins to develop as the infant starts tracking moving objects with his or her eyes and reaching for them. By eight weeks, babies begin to focus their eyes on the faces of a parent or other person near them.
For the first two months of life, an infant's eyes are not well coordinated and may appear to wander or to be crossed. This is usually normal. However, if an eye appears to turn in or out constantly, an evaluation is warranted.
Babies should begin to follow moving objects with their eyes and reach for things at around four months of age.

Five to eight months:

During these months, control of eye movements and eye-body coordination skills continue to improve.
Depth perception, which is the ability to judge if objects are nearer or farther away than other objects, is not present at birth. It is not until around the fifth month that the eyes are capable of working together to form a three-dimensional view of the world and begin to see in depth.
Although an infant's color vision is not as sensitive as an adult's, it is generally believed that babies have good color vision by five months of age.
Most babies start crawling at about 8 months old, which helps further develop eye-hand-foot-body coordination. Early walkers who did minimal crawling may not learn to use their eyes together as well as babies who crawl a lot.

Nine to twelve months:

At around 9 months of age, babies begin to pull themselves up to a standing position. By 10 months of age, a baby should be able to grasp objects with thumb and forefinger.
By twelve months of age, most babies will be crawling and trying to walk. Parents should encourage crawling rather than early walking to help the child develop better eye-hand coordination.
Babies can now judge distances fairly well and throw things with precision.

One to Two years:

By two years of age, a child's eye-hand coordination and depth perception should be well developed.
Children this age are highly interested in exploring their environment and in looking and listening. They recognize familiar objects and pictures in books and can scribble with crayon or pencil.

Signs of eye and vision problems:

The presence of eye and vision problems in infants is rare. Most babies begin life with healthy eyes and start to develop the visual abilities they will need throughout life without difficulty. But occasionally, eye health and vision problems can develop. Parents need to look for the following signs that may be indications of eye and vision problems:
-Excessive tearing - this may indicate blocked tear ducts
-Red or encrusted eye lids - this could be a sign of an eye infection
-Constant eye turning - this may signal a problem with eye muscle control
-Extreme sensitivity to light - this may indicate an elevated pressure in the eye
-Appearance of a white pupil - this may indicate the presence of an eye cancer
The appearance of any of these signs should require immediate attention by your pediatrician or optometrist.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Extraocular Muscles

The extraocular muscles are the six muscles that control the movements of the (human) eye. The actions of the extraocular muscles depend on the position of the eye at the time of muscle contraction.

The Innervation:

The nuclei or bodies of these nerves are found in the brain stem. The nuclei of the abducens and oculomotor nerves are connected. This is important in coordinating motion of the lateral rectus in one eye and the medial action on the other. Two antagonistic muscles, like the lateral and medial recti. Contraction of one leads to inhibition of the other. Muscles shows small degrees of activity even when resting, keeping the muscles taut. This "tonic" activity is brought on by discharges of the motor nerve to the muscle.

Coordination of Movement Between Both Eyes:

Intermediate directions are controlled by the simultaneous actions of multiple muscles. When one shifts the gaze horizontally, one eye will move laterally (toward the side) and the other will move medially (toward the midline). This may be neurally coordinated by the central nervous system, to move together and almost involuntarily. This is a key factor in the study of squint, namely, the inability of the eyes to be directed to one point.
There are two main kinds of movement: conjugate movement (the eyes move in the same direction) and disjunctive (opposite directions). The former is typicsl when shifting gaze right or left, the latter is convergence of the two eyes on a near object. Disjunction can be performed voluntarily, but is usually triggered by the nearness of the target object. A "see-saw" movement, namely, one eye looks up and the other down, is possible, but not voluntarily; this effect is brought on by putting a prism in front of one eye, and the relevant image is apparently displaced. However, to avoid double vision from noncorrsponding points from, the eye with the prism must move up or down, following the image passing through the prism. Likewise torsion (rolling) on the anteroposterior axis (from the front to the back) can occur naturally, as when one tips his head to one shoulder, the torsion, in the opposite direction, keeps the image vertical.
Paths:
These extraocular muscles have their origin in the back of the orbit in a fibrous ring called the annulus of Zinn, then course forward through the orbit and insert onto the globe on its anterior half (i.e., in front of the eye's equator). These muscles are named after their straight paths, and are called the four rectus muscles, or four recti.
-superior rectus
-inferior rectus
-medial rectus
-lateral rectus
The other two extraocular muscles follow more complicated paths.
-The superior oblique muscle originates at the back of the orbit (a little closer to the medial rectus) and courses forward to a rigid pulley, called the trochlea, on the upper, nasal wall of the orbit. The muscle passes through the pulley, turning sharply across the orbit, and inserts on the lateral, posterior part of the globe. Thus, the superior oblique goes backward for the last part of its path, and because it goes over the top of the eye, it pulls it downward and laterally.
-The last muscle is the inferior oblique, which originates at the lower front of the nasal orbital wall, and passes under the LR to insert on the lateral, posterior part of the globe. Thus, the inferior oblique pulls the eye upward and laterally.

Contact Lens

A question many newbie wearers have is:
"How can I tell if my contact lens is inside-out?"

The trick is to place the lens on your finger so that a cup is formed. Then hold the lens up directly in front of your eyes so you're looking at the side of the cup.
If the lens forms a "U" with the top edges flared out, it's inside out. If it forms just a "U," it's in the correct position.
If you're wearing lenses with a handling tint, another way is to place the lens on your fingertip and then look down at it. The edge of a tinted lens should look very blue (or green, depending on the tint); that won't be the case if the lens is inverted.
Some contact lenses also have a laser marking, such as the brand name, on the edge to help you. If you can read it properly, the lens is not inside out. Don't worry if you place a contact lens in your eye inside out. The lens will feel uncomfortable, but it can't do any damage.

Applying Your Contact Lenses

Make sure you wash your hands thoroughly before applying your contact lenses, but avoid overly scented or oily soaps that might adhere to the lens surface. Especially avoid using products containing lanolin.
Some eye doctors say to always apply the first contact lens in the same eye, so you'll avoid the possibility of mixing up lenses for the right eye and left eye.
Other basic guidelines for contact lens application include:
Gently shake your lens case containing the storage solution, to loosen the contact lens should it be stuck. (Don't try pulling at the lens with your finger, or you might damage it.)
Slide the lens out of its case and into the palm of your hand. Rinse thoroughly with the appropriate contact lens solution.
Place the contact lens on the tip of your index or middle finger, which should be dry or mostly dry.
With the fingers and thumb of your other hand, simultaneously pull up on your upper eyelid and down on your lower eyelid.
Position the lens on your eye while looking upward or forward, whichever you find to be easier. You also can apply the contact lens by placing it on the white of the eye closest to your ear.
Roll your eyes in a complete circle to help the lens settle, then blink.

Removing Your Contact Lenses

Always wash your hands before removing contact lenses. If you are standing in front of a sink, make sure you use a clean paper towel to cover the drain where the contact lens might accidentally fall.
To remove soft contact lenses, look upward or sideways while you pull down on your lower eyelid. With a finger, gently maneuver the lens onto the white of your eye. There, you can very gently pinch the lens together with your index finger and thumb and lift it off the eye. Until you master contact lens removal, you might consider keeping your fingernails clipped to avoid accidentally scratching and damaging your eye.
Rigid contact lenses can be removed by holding out the palm of your hand, bending over, and then opening your eye wide. With one finger of your other hand, pull on the skin of your eye's outside corner straight out toward your ear with your eye wide open. Then blink. The contact lens should pop right out and into your open palm.
Devices for removing contact lenses, known as "plungers," also are available from your eye doctor, and can be used to touch and directly remove a lens from your eye. Just make sure you touch only the lens and not your eye's surface with this device.
While you might hear a myth or two about someone "losing" a contact lens in the back of the eye, this is actually impossible because of a membrane that connects your eye to the back of your eyelid.
Contact Lenses and UV Light
Researchers have linked ultraviolet (UV) light to the formation of cataracts. Exposure to excessive UV light also may result in a condition called photokeratitis.
That's why some lenses now incorporate a UV-blocking agent. You can't tell if a contact lens has a UV blocker just by looking at it — the blocker is provided in clear form, so as not to disturb vision. The contact lens packaging will specify if the product has a UV blocker, or you can ask your eye doctor.
Very important: UV-blocking contacts are not meant to replace sunglasses. A contact lens covers only your cornea, not your entire eye.
However, UV-blocking contact lenses do help protect the portion of the white of your eye that is covered from formation of growths such as pingueculae and pterygia.
Sunglasses with UV protection can cover more of your eye and the parts of your face that surround the eye, depending on the size of the sunglass lens. That's why contacts with UV blockers are designed to complement sunglass use as an added protection.

A Visão dos Gatos


Medir os sentidos dos animais pode ser difícil, principalmente por que não existem meios explícitos de comunicação entre o objecto do teste e o examinador. Entretanto, testes indicam que a visão aguçada dos gatos é largamente superior no período noturno em comparação aos humanos, mas menos eficaz durante o dia.
Os gatos, como os cães, possuem o tapetum lucidum, uma membrana posicionada dentro do globo ocular que reestimula a retina ao refletir a luz na cavidade. Enquanto esse artifício melhora a visão noturna, parece reduzir a acuidade visual na presença de luz abundante. Quando há muita luminosidade, a pupila em formato de fenda fecha-se o máximo possível, para reduzir a quantidade de luz a atingir a retina, o que também resguarda a noção de profundidade. O tapetum e outros mecanismos dão aos gatos um limiar de detecção de luminosidade 7 vezes menor que a dos humanos.
Os gatos têm, em média, campo visual estimado em 200°, contra 180° dos humanos, com sobreposição binocular mais estreita que a dos humanos. Como em muitos predadores, os olhos ficam posicionados na parte frontal da cabeça do animal, ampliando a noção de profundidade em detrimento da largura do campo de visão.
O campo de visão depende principalmente do posicionamento dos olhos, mas também pode estar relacionada com a construção dos olhos. Ao invés da fóvea que dá aos humanos excelente visão central, os gatos têm uma faixa central marcando a intersecção binocular. Aparentemente os gatos conseguem diferenciar cores, especialmente à curta distância, mas sem subtileza apreciável, em termos humanos.
Os gatos também possuem uma terceira membrana protectora dos olhos, a membrana de nictação (que é o acto de fechar os olhos instintivamente na presença de luz intensa). Essa membrana fecha parcialmente quando o animal está doente. Se o gato mostra frequentemente essa terceira pálpebra, é um possível indicativo de doença.

Contactologia

A Contactologia é uma especialidade da Optometria que tem por objectivo o desenho, fabricação e adaptação da lente de contacto (LC) mais adequada em função dos resultados do exame optométrico. Esta especificidade foi reconhecida pela Academia Americana de Optometria ( AAO ), em 1945, e exige que o Optometrista que pretende adaptar LC possua uma formação específica. O grau de rigor necessário para a adaptação de LC incrementou-se após a declaração da Food and Drug Administration ( FDA ), em 1968, nos Estados Unidos da América (EUA), que atribuiu às LC a categoria de produtos sanitários.
A prática da Contactologia consiste, basicamente, em submergir uma pequena lente no fluido lacrimal, tornando-a pouco visível, confortável e capaz de proporcionar uma adequada compensação óptica, durante o tempo necessário, sem prejudicar a saúde ocular a curto, médio e longo prazo. É tarefa do Optometrista especializado em LC determinar qual a lente apropriada para cada paciente em função das condições que apresenta, sintomas, sinais oculares e resultados do exame refractivo, devidamente anotado na ficha clínica.
Correctamente desenhada e adaptada, uma LC compensa e, por vezes, reduz ametropias , (Link para problemas mais comuns: refractivos) irregularidades corneais e determinadas disfunções binoculares. As LC são também amplamente utilizadas como ajudas terapêuticas em diversas patologias do segmento anterior do olho e mesmo em anomalias de tipo funcional, tais como a ambliopia ou as dificuldades para a visão cromática. Actualmente, tem vindo a confirmar-se a hipótese de que determinados tipos de LC podem ter um papel fundamental na diminuição da progressão da miopia em crianças.

Actualmente, existem múltiplos tipos de lentes de contacto fabricadas em materiais hidrofílicos (LCH) e rígidos permeáveis aos gases (RPG), com diferentes desenhos como se mostra na tabela 1 . Em Portugal, como noutros países, o maior leque de escolha de LC tóricas e multifocais bem como os seus desenhos mais aperfeiçoados.

A classificação das lentes de contacto actuais não é simples dado que as suas características e aplicações são bastante diferentes. Uma classificação rigorosa das LC exige que sejam considerados diferentes aspectos que as caracterizam. A seguir sugerem-se duas das classificações mais abrangentes, segundo o material de que são fabricadas e o propósito de uso das mesmas.



- LC rígidas (LCR) : são compostas essencialmente de poli-metil metacrilato (PMMA). O seu tamanho costuma ser inferior a 9.5 mm e actualmente são muito pouco utilizadas.
- LC rígidas permeáveis aos gases (LCRPG) : também se denominam de semi-rígidas e a diferença das de LCR que são impermeáveis ao oxigénio, estas incorporaram componentes poliméricos que lhe dão mais flexibilidade e permeabilidade aos gases. O seu tamanho varia entre 8.5 e 11 mm e dado que unicamente se adaptam sobre a superfície corneal são também denominadas de lentes corneais igual que as LCR de PMMA. Estas lentes classificam-se habitualmente nos seguintes grupos:
- Acrilato de silicone (SA) : lentes em que os constituintes principais são o metil metacrilato (MMA) e o siloxano. São lentes de menor permeabilidade aos gases, mais hidrofóbicas e mais rígidas.
- Acrilato de flúor-silicone (FSA) : lentes que para além dos constituintes das lentes de SA incorporam também o flúor. São habitualmente lentes de maior permeabilidade aos gases, maior hidrofilia e resistência à adesão de depósitos e mais flexíveis.
- LC hidrofílicas convencionais (LCH) : são compostas por monómeros hidrofílicos, esencialmente hidroxi-etil metacrilato (HEMA) com outros monómeros que lhes conferem distintas propriedades (humectação, permeabilidade aos gases, entre outras). O tamanho habitual para estas lentes é de 13.5 a 15.5 mm de diâmetro. A característica principal é que a permeabilidade aos gases depende do teor de água que pode variar entre 38 e 74% nas lentes mais utilizadas. Habitualmente classificam-se segundo o seu teor de água em baixa hidratação (<50%)>- LC hidrofílicas bio-miméticas (LCHB-M) : também são denominadas de bio-compatíveis, no entanto, a biocompatibilidade deve estar presente em todas as lentes aptas para o uso em seres humanos pelo que o termo bio-mimético é mais específico destas lentes. Igual que as anteriores são compostas por monómeros hidrofílicos, no entanto, alguns dos monómeros que contêm têm demonstrado uma maior eficácia na resistência à desidratação e contaminação por depósitos, pelo que se incluem num grupo aparte.
- LC hidrofílicas de hidrogel de silicone (LCH-S) : são compostas de monómeros hidrofílicos e outros hidrofóbicos (siloxano), conferindo estes últimos uma elevada transmisibilidade. Ao contrario do que acontece com as LCH convencionais, o grau de hidratação relaciona-se inversamente com a permeabilidade aos gases para valores de hidratação abaixo dos 50%. Actualmente, estas lentes são também abrangidas pela classificação FDA.
- LC híbridas : são fabricadas com materiais hidrofílicos no bordo e materiais RPG na zona central.
- LC de silicone : a sua principal característica é a permeabilidade aos gases muito alta, no entanto são muito desconfortáveis. O seu uso fica reservado quase exclusivamente à adaptação em crianças operadas de catarata congénita para a compensação da elevada hipermetropia resultante da extracção do cristalino.



- LC esféricas : podem ser fabricadas de qualquer material e serve para compensar defeitos de refracção esféricos e ainda astigmatismos corneais se fossem LCR, LCRPG ou híbridas.
- LC asféricas: são fabricadas principalmente de materiais RPG e hidrofílicos, e as suas principais finalidades são a melhor adaptação à superfície corneal (também asférica) correcção de astigmatismos baixos e melhora a qualidade visual. A principal característica que as define é o factor de excentricidade que pode ser padrão nas lentes para adaptações convencionais ou valores mais elevados para córneas irregulares como é o caso do queratocone .
- LC tóricas: são fabricadas principalmente de materiais RPG, hidrofílicos, e hidrogel de silicone e o seu principal propósito e a compensação de todo o tipo de astigmatismo .
- LC bifocais/multifocais: são fabricadas principalmente de materiais RPG, hidrofílicos, e hidrogel de silicone e o seu principal propósito e a compensação da presbiopia .
- LC de geometria inversa: são fabricadas de materiais RPG e utilizam-se principalmente para a redução da miopia por moldagem da córnea ( ortoqueratologia ). Também se aplicam em córneas de geometria oblatada (córneas mais planas no centro que na periferia, normalmente resultado de algum procedimento cirúrgico ou traumático).
- LC especiais para astigmatismo irregular: estas lentes possuem desenhos especiais para a sua adaptação sobre córneas com graus severos de irregularidade ( queratocone , cicatrizes corneais, irregularidades post-cirúrgicas, etc). São fabricadas principalmente de materiais RPG mas também existem algumas lentes deste tipo fabricadas com materiais hidrofílicos.
- LC hidrofílicas: a diferença com as lentes normais é a sua maior espessura para minimizar a flexão da lente sobre a superfície irregular.
- LC RPG: as principais diferenças com as LCRPG antes referidas costumam ser uma maior excentricidade na superfície posterior, tamanho reduzido de zona óptica e/ou desenhos especiais de curvas periféricas.
- LC Esclerais: estas lentes utilizam-se quando as irregularidades são tão graves que impedem a adaptação satisfatória sobre a superfície corneal e limbal. Têm tamanhos superiores a 15 mm de diâmetro.
- LC terapêuticas: são fabricadas de materiais hidrofílicos e a sua função principal é proteger a superfície ocular em diferentes situações patológicas ou após cirurgia ocular. 4
- LC cosméticas e de cor: estas lentes são fabricadas de materiais hidrofílicos e os seus propósitos de uso permitem ainda estabelecer uma sub-classificação
- Lentes de cor : a finalidade é simplesmente mudar a cor dos olhos.
- Lentes espectrais : a sua coloração é uniforme e a função é filtrar selectivamente algumas radiações do espectro visível para proporcionar uma visão de maior contraste. Utilizam-se principalmente na prática de desportos ao ar livre e em doenças degenerativas da retina.
- Lentes cosméticas : utilizadas para mascarar defeitos da superfície ocular ou estrabismos .
- Lentes de oclusão : o propósito é impedir a passagem da luz pela área pupilar.


O uso de LC, a nível mundial, passou de apenas dois milhões de usuários, em 1975, para mais de cem milhões na actualidade, demonstrando a espectacular expansão da adaptação e utilização de LC nas últimas décadas. Prevê-se um crescimento que atinja os 150 milhões de usuários até ao ano 2010, segundo dados fornecidos pela International Association of Contact Lens Educators ( IACLE ). A distribuição por regiões mundiais é a seguinte:

· E.U.A: 32 milhões.
· Ásia: 17 milhões.
· Europa: 17 milhões.
· Austrália: 0.5 milhões.
· América Latina e resto de países: 8.5 milhões.


1.4. Acreditação e supervisão da actividade contactológica
1.4.1. As fórmulas poliméricas
Existem, actualmente, vários organismos que supervisionam o desenvolvimento, produção e adaptação de novas LC. Refere-se aqui o exemplo dos E.U.A, onde a produção de LC está regulada de um modo mais estrito, usualmente servindo de referência para o resto dos países. O primeiro ponto a considerar é a nomenclatura dos materiais a serem utilizados no fabrico de LC. Estes são inicialmente designados pela United States Adopted Names (USAN), que procede à padronização da denominação dos materiais a serem utilizados como produtos sanitários, em função das suas características químicas e farmacológicas. Os nomes dados pela USAN não podem ser adoptados por nenhuma empresa como propriedade (polymacon, hilafilcon A, ou paflufocon D, são alguns exemplos desta nomenclatura).

1.4.2. Os ensaios clínicos
Quanto à distribuição comercial, a FDA deve também ser referida por se tratar do órgão com capacidade para autorizar o uso de produtos alimentares e sanitários em humanos nos E.U.A., abrangendo também as LC desde 1968. Actualmente, tal como acontece com os medicamentos, as LC têm de superar rigorosos testes sistematizados em protocolos de investigação, nos centros de referência existentes em todo o mundo, antes de serem comercializadas. Nestes centros, verifica-se a biocompatibilidade dos novos materiais que os fabricantes pretendem comercializar e as vantagens que fornecem face a outros produtos já disponíveis no mercado.

1.4.3. O fabrico e o controlo de qualidade
Quanto ao fabrico, outros organismos uniformizadores elaboram guias de tolerância destinados aos fabricantes, com o objectivo de que estes ofereçam produtos com a máxima qualidade e com os mais altos índices de reprodutibilidade. É o caso das normas ANSI ( American National Standards Institute ) , ISO ( International Organization for Standardization ), BSI ( British Standards Institution ), SA ( Standards Australia ) e CEN ( European Committee for Standardization ).

1.4.4. O ensino da Contactologia
No que diz respeito à padronização dos procedimentos de adaptação, a organização mais importante a nível mundial na actualidade é a International Association of Contact Lens Educators ( IACLE ). Esta organização é constituída por docentes dedicados ao ensino da Contactologia em países de todo o mundo. Proporciona formação contínua aos educadores, bem como material docente para as aulas dos centros universitários em que se leccionam as especialidades optométricas. A indústria tem reconhecido o trabalho da IACLE na melhoria dos níveis de conhecimento e desempenho dos profissionais envolvidos na prescrição e adaptação de LC, financiando os projectos realizados por esta organização. O esquema de trabalho da IACLE está orientado fundamentalmente para a "educação dos educadores". Pretende-se, com isto, que o paciente seja o último beneficiário de todo o processo formativo fornecido a docentes e estudantes que, posteriormente, proporcionarão melhores e mais seguras opções de compensação com LC à sociedade. Actualmente, este organismo agrupa mais de 500 profissionais do ensino da Contactologia em mais de 60 países, realizando uma intensa actividade educativa, principalmente em países em vias de desenvolvimento da Ásia e América Latina. Esta formação está a cargo principalmente dos membros acreditados como Fellow of IACLE . Também tem sido importante para a estandardização do ensino da Contactologia nos países europeus o programa recomendado pela Associação Europeia de Universidades, Escolas e Colégios de Optometria (AEUSCO).

2. Reflexão sobre as tendências, actividade científica, presente e futuro da Contactologia

O colectivo optométrico e em geral, todas aquelas pessoas envolvidas de um ou outro modo na atenção visual da população mundial assistimos actualmente a rápidas mudanças, reflexo da vertiginosa evolução tecnológica e científica do nosso tempo, comum a todos os domínios da ciência. Cada vez com mais frequência, são apresentadas novas abordagens terapêuticas nas que o optometrista como profissional responsável da atenção visual primária tem um papel decisivo. A Contactologia é o paradigma desta evolução, sendo possivelmente a área mais interdisciplinar da Optometria, sendo a que mais tem evoluído nos últimos 50 anos.
Seguramente os mais veteranos ainda se lembrem da altura em que apenas se adaptavam lentes de contacto rígidas de metacrilato (PMMA). Estes mesmos profissionais assistiram estupefactos à aparição das lentes hidrofílicas introducidas pelo Professor Otto Witcherle e o seu colega o Dr. Dravoslav Lim na Academia Checa de Ciências entre as décadas de 50 e 60, as lentes de contacto rígidas permeáveis aos gases (RPG), o uso prolongado, com os seus avanços e retrocessos ou as lentes descartáveis; por citar apenas alguns dos eventos mais importantes desta revolução. No entanto, na actualidade já não entendemos a Contactologia sem as lentes de contacto descartáveis, as lentes tóricas, multifocais, a ortoqueratologia , ou os materiais de alta permeabilidade que têm vindo a ganhar terreno nas novas adaptações de lentes de contacto, demonstranto por outra parte que os profisionais da Contactologia estão atentos às intonações e tratam de as proporcionar aos seus pacientes para garantir uma melhor saúde visual.


A Contactologia, que em certo modo viu a sua evolução interrompida pela expansão da cirurgia refractiva , soube reagir espectacularmente com novos materiais, novos desenhos e novas soluções terapêuticas, sem esquecer os avanços em sistemas de manutenção e limpeza que expandiram o âmbito de acção do contactologista para além das expectativas mais optimistas. Evidentemente a industria das lentes de contacto teve uma responsabilidade fundamental neste âmbito, mas não podemos esquecer os milhares de investigadores que anonimamente desde os seus laboratórios em todo o mundo se esforçaram para consolidar o conhecimento científico à volta das lentes de contacto e a sua área de acção, a superfície ocular. O impacto destes trabalhos é cada dia mais evidente, com visibilidade nos jornais científicos mais prestigiados na área da Optometria e Ciências da Visão, a fisiologia ou os biomateriais, entre outras. Basta referir que segundo dados obtidos da base de dados da National Library of Medicine nos três períodos de 18,3 anos decorrentes entre 1950 e 2005, o número de publicações sobre lentes de contacto ( contact lenses ) aumentou de 970 entre 1950 e 1968 para 3718 e 4571 nos períodos 69-87 e 88-05, respectivamente.
Podemos assim dizer, que a tão anunciada crise, serviu como quase sempre acontece para reforçar esta área do ponto de vista clínico e desde logo do ponto de vista comercial. Mas também é certo que não tudo está feito. Na figura 4 apresenta-se um gráfico com a frequência de sintomas de secura ocular referida por utilizadores de LCH em relação a pessoas que não utilizam LC. De facto todos sabemos que as lentes de contacto actuais não satisfazem as demandas e exigências da totalidade dos seus pacientes. Continuamos a ter uma importante proporção de utilizadores que deixam de o ser por diversos motivos (económicos, conveniência, conforto, complicações, etc.) que fazem com que o mercado da LC cresça a um ritmo menor do que o esperado, tendo em consideração a proporção de novos usuários que cada ano conquistamos.

Por isso não podemos atenuar a pesquisa de novas soluções para melhorar o conforto e a tolerância das LC. Esta deve ser intensificada, bem como a procura de novas técnicas para satisfazer as necessidades dos usuários de LC e principalmente dos potenciais usuários destes elementos de compensação visual ( figuras 5 e 6 ). É responsabilidade de todos colaborar, cada qual desde o seu local de trabalho, na evolução da Contactologia do futuro, cujos limites ninguém na actualidade se atreve a prognosticar. Considerando que em Portugal aproximadamente existem 300.000 utilizadores de lentes de contacto (3% da população) e que a sua incidência de utilização noutros países atinge os 15%, podemos esperar que nos próximos anos a proporção de usuários possa aumentar no mínimo em outros 300.000 utilizadores, valor que nos colocaria na órbita de países como o Reino Unido (aproximadamente 6% da população usa LC). Teremos que estar preparados.
Todos aqueles que desejam acompanhar e participar nestes desenvolvimentos, devem ser conscientes que as mudanças serão rápidas, por vezes frustrantes pela sua celeridade. Exigirão de nós, profissionais de Contactologia, uma constante actualização, muito estudo e principalmente confiança e rigor na nossa actividade profissional, antepondo à frente de tudo a saúde visual dos nossos pacientes. O certo é que ainda ficam alguns problemas por resolver e muitos novos horizontes por explorar.